"Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna.”

Caio Fernando. (via cher-la-vie)

(Source: naoexistevidasemvoce, via cher-la-vie)


(Source: cher-la-vie)

(Source: shesbombb, via revolutionarycell)

(via revolutionarycell)

13neighbors:

(by Valerie Santibañez)

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(by Valerie Santibañez)

(via revolutionarycell)

(via a-q-u-a-r-e-l-a)

— Ficou combinado para hoje?
— Transarmos?
— Sim.
— Ficou. Quintas-feiras. Lembra?
— Parece que terminámos há muito tempo. Mas nem passou uma semana ainda. E já chegou o dia que combinámos que serviria para satisfazermos nossas necessidades.
— Você se refere apenas a sexo. Combinámos ficar amigos.
— Você combinou.
— Mas quem terminou foi você.
— Até parece que eu queria.
— Eu não tinha nada com aquela mulher.
— Não foi o que pareceu, quando vi vocês saindo daquele restaurante chiquérrimo.
— Eu sei que só conseguia olhar para ela, e lembrar como ela não tem o peito firme igual o seu.
— Tarado filho da puta.
— Você nunca se importou com isso.
— Sempre respeitei seu instinto sexual, não me importaria agora.
Ela não é igual a você. Ninguém é.
— Cale a boca.
— Então, fica para hoje mesmo?
— Claro que fica. Não vim aqui para nada. Meu trabalho fica longe de sua casa, e você sabe bem disso.
— Posso começar então?
— Pode.
— Posso tirar sua roupa que nem antes?
E como era antes?
— Quando sentíamos amor um pelo outro.
— Então você não transava comigo apenas porque sentia tesão pelo meu peito firme? Era sexo com amor? Cale a boca. Que clichê. Me poupe.
— Sempre te amei.
E agora não ama?
Amo.
— Tá esperando o quê para tirar minha roupa, então?
— Não vai falar que me ama?
Quem disse que eu te amo?
Consigo ver nos seus olhos.
— Nem tentando ser romântico você consegue tirar essa fome de sexo do olhar.
— Você não teria ciúmes daquela mulher se não me amasse.
— Eu sei.
— Então, você me ama?
— Não sei.
— Sim ou não?
— Sim. E solte minha mão. Tire minha roupa logo.
Vai ficar comigo?
— Vou.
— Porquê?
Porque eu te amo.
Eu te amo mais.
— Idiota, tô esperando faz tempo que você me tire essa blusa.
— Vou tirar. Não aguentaria ficar mais um único dia sem ver seu peito.
Também te amo.
Shami (Oi Sou Muito Ciumenta)

(via ame-secadadiamais)


— (Tati Bernardi)

(Source: quesejadoce-sempre)


— Federico Mocchia em Desculpa se eu te chamo de amor - página 363.   (via a-q-u-a-r-e-l-a)

(Source: lamouretlecafe, via a-q-u-a-r-e-l-a)


(Source: umabandaderock, via medesejesorte)

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